Quando nasce um pai e uma mãe?


31 de mai de 2017


Quando nasce um pai e uma mãe?




A gestação normalmente é um momento muito especial na vida dos pais, uma espécie de consolidação do seu amor através de uma nova vida. O período da gestação é um momento de preparação dos pais para receber essa nova vida, o momento entre a concepção e o nascimento será uma reflexão da história dos pais e da nova etapa que estar por vir, mas em que momento se dá o nascimento do pai e de uma mãe?
Algumas mulheres apresentam o desejo de ser mãe ainda muito jovens, algumas desde sua infância, quando brincavam de boneca, para outras essa vontade só aflora um pouco mais tarde, depois de estudar, trabalhar, consolidar uma carreira e estar casada ou não, mas de repente o desejo desponta. Não importa quando ele aparece, mas assim que começamos a pensar em nos tornar mães algo muda.


O fato é que a gravidez nos traz um período de intensas mudanças físicas, psicológicas, onde começamos a vivenciar sentimentos diferentes, alguns muito bons, outros nem tanto, alternando entre altos e baixos. Em alguns momentos estamos totalmente felizes, já em outros com medo, assustadas com a responsabilidade de ser mães e com a falta de experiência no caso das mães de primeira viagem…
A questão é: Será que passamos a ser mães na concepção, na gravidez ou quando o bebê nasce?
Essa é uma resposta singular, já que algumas mulheres se tornam mães quando o desejo de ser começa, outras somente quando tem o tão sonhado positivo e algumas somente no nascimento do bebê. A experiência é única para cada uma.
Daí muitas mães me questionam, mas e o pai? A mãe sofre todas as mudanças em seu corpo, sente o bebê mexendo, vivencia de forma concreta essa gestação, enquanto ele, muitas vezes nem sequer é participante ativo desse período… Infelizmente essa ainda é uma realidade, o número de pais realmente participativos desde a gestação ainda é muito pequeno, apesar de crescente nos últimos anos, mas de fato o pai apenas acompanha e observa, sendo ele, de certa forma um “mero expectador”, nos questionamos quando é que nasce um pai?
A realidade é que na maioria dos homens esse sentimento só acontece após o nascimento e mesmo assim não é instantâneo, pois é impossível prever como será a reação do homem, até porque não se sabe como o bebê e o puerpério será… Normalmente o primeiro mês é relatado como muito difícil, pois é exaustivo, é necessário cuidar do bebê 24 h por dia, um ser completamente dependente, além da recuperação do parto, privação do sono e hormônios a flor da pele… Um quadro digno de enlouquecer até a mais zen das mulheres, agora,  imagine o homem nesta situação… Pois é, é nesse cenário complicadíssimo que o homem acaba caindo de paraquedas e de cara com um sentimento de incapacidade, diante de tudo que esta acontecendo… Ele não pode amamentar, mas teoricamente poderia fazer todo o resto. Uma das maiores ajuda que ele poderia dar é o cuidado com a esposa, que na maior parte das vezes ficam tão fragilizadas quanto o bebê.
Um pai que cuida do entorno para que a mãe possa se dedicar ao bebê, já é de grande ajuda. Outra ideia é que os cuidados com o bebê sejam divididos entre os dois, na medida do possível. Espera-se que a mãe tenha um maior domínio sobre os cuidados com um bebê, mas basta alguns relatos para perceber que os cuidados em maior parte das vezes são uma tentativa e erro, então porque não dar espaço para que o pai aprenda junto com você? Pois também não é raro pais que acabam se distanciando devido a não ter esse “instinto” e por insegurança das mães em deixarem que eles pelo menos tentem adquiri-lo, acabam sem querer inibindo os pais.
O único problema é que para alguns isso parece demorar um pouco mais que algumas semanas e continuam a viver como se nada tivesse mudado, deixando as esposas se sentindo completamente abandonadas quando na realidade a vida dos dois nunca mais será a mesma… Diante disso, acredito que a comunicação é a melhor maneira de tentar resolver esse atrito, que ter um filho é responsabilidade de ambos e que sendo assim o papel de mãe e de pai, não é opcional, trata-se de um compromisso selado.

Portanto queridos papais e mamães, tentem se colocar no lugar do parceiro, dar espaço para o diálogo, afim de que este vínculo e cumplicidade surjam da melhor maneira possível!






Sou Willa Marques, mais conhecida como Psimaterna, psicóloga de formação e mãe por paixão! Psicoterapeuta cognitivo comportamental, especialista em psicologia da maternidade, blogueira por hobby,  mas o meu melhor papel é ser Mãe do Eric!


Paçoca de leite condensado


26 de mai de 2017



Já estamos no clima de festa junina por aqui :), então hoje vou passar uma receita deliciosa de paçoca de leite condensado.
Eu fiz e está super aprovado :) não durou nenhum dia.


Receita para Festa Junina - Paçoca de leite condensado

Receita para Festa Junina - Paçoca de leite condensado

Ingredientes:
– 1 sachê de leite condensado Regina;
– 500g de amendoim torrado, sem casca e sem sal;
– 200 g de biscoito


Modo de preparo:
1 - Comece triturando o biscoito de maisena no liquidificador ou processador de alimentos. Reserve; 
2 - Espalhe o amendoim em uma forma e leve ao forno médio por 5 minutos ou até que mudem de cor. Caso o amendoim esteja com casca, retire e faça o mesmo procedimento. Dica: Para as cascas soltarem com maior facilidade, esfregue os amendoins entre as mãos, ao retirá-los do forno, em temperatura ambiente. Em seguida, triture;
3 - Em uma travessa, junte os dois ingredientes e acrescente o leite condensado REGINA. Misture bem até que forme uma pasta. Cubra uma forma com plástico filme e coloque a mistura. Leve à geladeira por 30 minutos e depois corte em pedaços ou modele da forma que quiser;
4 - Para finalizar, passe os pedaços em uma mistura de amendoim triturado e biscoito. Sirva a seguir.
Créditos: Queijos Regina / Produzido por: Blog o que tem na geladeira hoje

Os produtos de laticínios da marca REGINA podem ser encontrados nos principais supermercados do país. Outras informações pelo site http://www.regina.com.br/ ou facebook  https://www.facebook.com/QueijosRegina

Espero que gostem!
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A mãe suficientemente boa


24 de mai de 2017



Hoje tem um texto da Chris em que ela fala sobre ser uma mãe suficientemente boa para seus filhos. 
Vale muito a pena a leitura.


A MÃE SUFICIENTEMENTE BOA


mae suficientemente boa


Quando um bebê nasce, junto com ele nasce muitas certezas, mas também muitos questionamentos, dúvidas e angústias. Mães procuram por respostas e por mais informações que consigam, nunca é o bastante. Culpam-se muitas vezes e a frustração acaba sendo inevitável!

Mas porque isso acontece? Porque, toda mãe quer ser “suficientemente boa” para seu filho, suprir suas necessidades, mas sempre com a sensação de que esta falhando.

Desta forma, vamos entender: Mas o que é uma “mãe suficientemente boa”?


Essa é uma expressão que foi usado pelo psicanalista inglês D.W. Winnicott em seus estudos sobre o vínculo mãe e filho, onde explica que não existe um bebê, e sim um bebê com sua mãe, estes em um cenário que segundo ele, não é necessário a mãe ter uma compreensão intelectual de sua função ou tarefas, pois ela está preparada para a mesma, em sua essência, pela orientação biológica em relação ao seu próprio filho, implicando mais o fato de sua devoção do que de sua compreensão para que seja suficientemente boa para obter sucesso nas primeiras etapas da vida do bebê. É exatamente quando ela confia em seu próprio julgamento que está em sua melhor forma.

Quando a mãe se permite agir, conforme suas certezas sobre o que é melhor para seu bebe, passa a viver a plenitude da maternidade, afinal é sentindo-se livre para agir, que aprimora-se na função materna. O vínculo mãe e filho é muito intenso e o responsável por trazer ao bebê o ambiente protetor e confiável o qual ele precisa.

A relação com a mãe, suficientemente boa, leva o bebê a administrar sua espontaneidade e expectativas externas, ajudando assim, a formar a mente do bebê. Ela possibilita a experiência da onipotência primária, base do fazer criativo, pois a mesma aceita, consciente ou inconscientemente, as expressões do seu bebê como a fome; os incômodos; o prazer; o desejo. Ela não impõe, permitindo ao filho experiências nas quais ele é sempre sujeito, desta forma ele crê que ele cria o mundo, sendo esta a percepção criativa do mundo, a experiência do self, núcleo singular do sujeito. Winnicott acredita que a localização do self no corpo não é uma experiência dada desde sempre, mas sim fruto do desenvolvimento saudável, formando-se o verdadeiro self do bebê.

É importante refletir, que atender apenas as necessidades fisiológicas do bebê, acreditando que isso seja o suficiente, é um grande equívoco. Segundo Winnicott, para o bebê tornar-se sujeito, é imprescindível que o mesmo seja, desde o início, reconhecido como pessoa e não como objeto. Por exemplo, o bebê não se importa tanto que lhe deem a alimentação na hora precisa, mas que seja alimentado por alguém que ama alimentá-lo, assim, o prazer materno nos cuidados é estar realmente presente nesta relação com o bebê, levá-lo ao seu desenvolvimento pleno, desta forma, se a função materna não for prazerosa, acontecendo de forma mecânica, o bebê não se estrutura e definha ou adoece.

Nos primeiros dias, é através da forma como é cuidado, que o bebê reconhece a mãe, assim como suas características físicas (detalhes do mamilo, formato de orelhas, sorriso, hálito entre outros). Com o passar do tempo, o bebê começa a ter ideia da totalidade da mãe, mas independente do que possa perceber, ele precisa da presença constante e inteira da mãe, pois esta presença é vital e sem ela, nenhuma técnica, receita ou conselho serão efetivos.

Sendo assim, num primeiro momento o amor deve se manifestar de forma física, para poder satisfazer sua necessidades, fornecendo um ambiente psicológico e primordial para o desenvolvimento emocional do bebê.  Segundo é ela quem apresenta o mundo externo, então o bebê passa a perceber que o mundo vai além da mãe, que existe vida interna e externa, a mãe o ajudará a perceber  que este mundo contém o que é amado e necessário. O terceiro momento é quando esta mãe que capacitou na criança a ilusão  de que o mundo foi criado a partir de suas necessidades e imaginação, terá agora que leva-lo ao processo de desilusão desse mundo, que constitui um processo mais vasto do desmame  - podendo ser chamado de castração, aonde a mãe, segundo Winnicott  oferece ao bebê a possibilidade de desenvolver sua capacidade criadora, podendo assim crescer  e constituir-se através de talentos amadurecidos e contribuir futuramente para a sociedade.

Porém o psicanalista deixa claro que, a mãe não pode privar o filho dela, quando falamos do desmame por exemplo, sem antes ter significado tudo para esta criança,  uma vez que se mantém o princípio de que o desenvolvimento emocional do bebe só pode ser consolidado com base na relação com uma mãe suficientemente boa, pois esta é capaz de se adaptar às necessidades do bebê para que ele não perceba que o mundo já estava lá  antes que ele tivesse sido concebido ou concebesse o mundo.


A partir dai, a mãe suficientemente boa, vai de um modo saudável apresentando o mundo ao bebê, preparando-o para encontrar um mundo cheio de ideias e objetos a ser explorado.

Segundo Winnicott, o ser humano que começa a vida sem a experiência de onipotência não tem chance de se tornar uma peça na engrenagem da vida.     


D.W.Winnicott, “A criança e o seu mundo”, Rio de Janeiro: LTC, 1982.

Christiane Junqueira, psicóloga, especialista em Psicologia Hospitalar pela FMABC – Faculdade de Medicina do ABC, Neuropsicologia pelo INESP – Instituto Neurológico de São Paulo e aprimoramento em Reabilitação Cognitiva também pelo INESP.




Bolo de Milho - Fácil e muito gostoso


20 de mai de 2017



Quem não gosta de um bom Bolo de Milho :) e ainda fácil, rápido e muito gostoso. Fiz o bolo em forminhas, para meu filho levar de lanche na escola e com o restante da massa coloquei em uma forma inglesa para comermos em casa.
E no outro dia não tinha mais nada :) fez muito sucesso aqui em casa.


Bolo de Milho - Fácil e muito gostoso



Vamos a receita:

Ingredientes: 


2 ovos;
1 xícara de açúcar;
1/4 de xícara de óleo;
1 xícara de milho;
1/2 xícara de leite;
1/3 de coco ralado;
20 gramas de queijo ralado;
1/2 xícara de farinha de trigo;
1 colher de sobremesa de fermento biológico;

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador ou na batedeira e reserve. Unte forminhas de silicone apenas com margarina e vai despejando a massa, mas só até a metade da forminha pois o bolo cresce. 😊.
Untei 8 forminhas de silicone e o restante da massa coloquei na forma inglesa untada só com margarina para assar.
Asse em forno médio por 20 minutos ou até dourar.

Espere esfriar para desenformar.


Bolo de Milho - Fácil e muito gostoso


Façam e depois venham me contar o que acharam.


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Suplemento Vitamínico e mineral em cápsulas


17 de mai de 2017



Suplemento Vitamínico e mineral em cápsulas



Hoje vou falar do Suplemento Vitamínico e mineral em cápsulas da Gelvitta  que estou tomando. Nós mães não podemos parar nunca não é mesmo :) A falta de vitaminas e minerais pode resultar em reações no seu corpo como fadigas, estresse e oscilações de humor. O suplemento vitamínicocompleta a minha alimentação com as vitaminas e minerais essenciais para o meu dia a dia!


Vocês sabiam que a ingestão de suplementos com vitaminas e minerais pode ajudar a melhorar a memória?
È o que aponta uma pesquisa francesa, segundo os pesquisadores, a ingestão desses suplementos no longo prazo pode melhorar as habilidades de pensamento e memória.
E ainda contribuir para uma vida saudável.




Recomendação:


Gestantes, nutrizes e crianças de até 3 (três) anos, somente devem consumir este produto sob orientação de nutricionista ou médico.

Consumir este produto conforme a recomendação de ingestão diária constante na embalagem. Conservar na embalagem original bem fechada em lugar seco, fresco e arejado.

Consumo:

Ingerir 1 capsula ao dia , preferencialmente antes da principal refeição.


Vocês tomam algum tipo de vitaminas ?

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Onde encontrar:


Usando o cupom abaixo vocês ganham 10% de desconto.





Como saber se estou pronta para ser mãe?


16 de mai de 2017


Hoje tem um texto da minha querida Willa @psimaterna como saber se estou pronta para ser mãe.
Vale a pena a leitura.


Como saber se estou pronta para ser mãe?



Ser mãe é uma das melhores coisas na vida de uma mulher, apesar de todo o cansaço físico e psicológico são poucas aquelas que afirmam categoricamente que não querem ter um filho. Entretanto, pode ser também uma difícil decisão a ser tomada. Nos dias atuais, muitas mulheres planejam seus filhos, pois a mulher também tem necessidade de uma carreira solidificada, uma estabilidade financeira e outros objetivos que ela possa ter e uma gravidez fora de hora pode assustar. A realidade é que nenhuma mulher nasce preparada para ser mãe, porém ao longo da vida vamos recolhendo informações que nos auxiliam a estar mais maduras para quando chega esse momento. Tomar a decisão de ter um filho não é tarefa fácil, porque ela envolve muitos aspectos de nossas vidas. Um deles é saber se você está disposta a assumir as responsabilidades e alegrias de ser mãe.

Como eu sei se estou pronta?


Essa é uma pergunta difícil de ser respondida, mas biologicamente falando, existem recomendações quanto a idade e a saúde da mulher que quer engravidar. Segundo alguns especialistas a melhor fase da fertilidade da mulher está entre os 15 e 25 anos, sendo entre os 19 e os 29 anos a melhor idade e a mais indicada para gerar um bebê. Nessa idade as gestações representam menores risco para a mãe e o bebê. As gestações tem maiores risco a cada ano após os 35 e a partir dos 40 são de alto risco, apesar de que os avanços da medicina tem  conseguido diminuir alguns deles. Contudo, consulte o seu ginecologista para saber se sua saúde vai bem e se sua fertilidade está pronta para te ajudar também.
É necessário um parceiro?
Não é indispensável um parceiro, principalmente nos dias de hoje, onde algumas mulheres optam por uma produção independente, mas é recomendado ter alguém que possa te ajudar a dividir as emoções e responsabilidades da maternidade, auxiliando igualmente na educação da criança, afinal sabemos que esta é a maior e a mais difícil tarefa da maternidade e a mãe que decide ter um filho sozinha deve estar preparada para assumir o dobro das responsabilidades, o que não é impossível para a mulher moderna.
Financeiramente falando…
Suporte financeiro é indispensável, afinal um filho pressupõe altos gastos para o resto da sua vida. Se você tiver oportunidade informe-se sobre os custos de ter um filho em geral, converse com quem já tem filhos, orce desde o quartinho de um bebê, enxoval, passe pelo plano de saúde até a futura escolinha que ele irá, para ter uma noção de valores. É recomendável ter economias para momentos de imprevisto, pois se lembre que um filho é uma caixinha de surpresas!
Prepare-se psicologicamente!
Antes mesmo de engravidar uma mulher começa a se preparar mentalmente para ter um filho e o demonstra por meio de suas atitudes com crianças. Ela ouve as pessoas mais experientes sobre o tema, como sua mãe e avó. Quando o assunto é gravidez, ela se demonstra positiva, resumindo, a ideia de ter um filho não a assusta. Entretanto, é necessário um bom preparo psicológico para este momento, pois mesmo sendo uma gravidez planejada, só temos noção do impacto emocional quando ela acontece, então quanto mais tranquila melhor!

Se você se sente preparada para ser mãe, vá em frente! Consulte seu médico e realize seu sonho. Lembre-se de que pode levar tempo para engravidar, mas não desista.

Espero que gostem e não se esqueçam de deixar seus comentários.





Sou Willa Marques, mais conhecida como Psimaterna, psicóloga de formação e mãe por paixão! Psicoterapeuta cognitivo comportamental, especialista em psicologia da maternidade, blogueira por hobby,  mas o meu melhor papel é ser Mãe do Eric!



Desenvolvimento Cognitivo e seus estágios


11 de mai de 2017


Hoje a Chris vai analisar o desenvolvimento cognitivo das crianças e seus estágios.
Venham conferir.

Desenvolvimento Cognitivo e seus estágios



Desenvolvimento Cognitivo e seus estágios


Após analisar como é o processo de desenvolvimento emocional da criança, analisaremos seu desenvolvimento cognitivo através dos estudos de Piaget. 

       Piaget propôs o método da observação para a educação da criança, que explicasse como ela organiza o real. Criticou a escola tradicional que ensinava a copiar e não a pensar, de forma que, para obter bons resultados, o professor deveria respeitar as leis e as etapas do desenvolvimento da criança. O objetivo da educação não deveria ser repetir ou conservar verdades acabadas, mas aprender por si próprio a conquista do verdadeiro. GADOTI, 2004.

      Assim, foram criados quatro estágios de desenvolvimento infantil:

Sensório Motor (0-2 anos): 


Fase inicial do desenvolvimento da vida, caracterizada como pré-verbal, constituída pela organização reflexiva e pela inteligência prática, aonde a criança baseia-se em esquemas motores para resolver seus problemas, que são essencialmente práticos. Durante esta fase os bebês começam a desenvolver símbolos mentais e utilizar palavras, um processo conhecido como simbolização. O bebê relaciona tudo ao seu próprio corpo como se fosse o centro do mundo. Além disso, a criança vive o momento presente sendo incapaz de referir-se ao futuro, ou evocar o passado.



Pré-operatório (2-7 anos):


Esta é a fase que mais teve atenção de Piaget, pois é caracterizada pela explosão linguística e a utilização de símbolos. Dada a esta a capacidade da linguagem, os esquemas de ação são interiorizados (esquemas representativos ou simbólicos), predominando o lúdico. Prevalece nesta fase a transdução, modelo primitivo de raciocínio, que se orienta de particular para particular.

A partir dos quatro anos o tipo dominante de raciocínio é o denominado intuição, fundamentado na percepção, pois a criança ainda não é capaz de lidar com dilemas morais, embora possua senso de bom ou mal. Tem a si mesma como ponto de referência, não sendo possível, ainda, analisar vários aspectos de uma dada situação.

Nesta fase, observa-se um comportamento egocêntrico, tendo a criança um papel limitado e rígido.  Esse egocentrismo traz algumas manifestações características:

Pensamento Animista 

Tendência de atribuir características psicológicas, como sentimentos ou intenções a eventos e objetos físicos.

Antropomorfismo 

Que é a atribuição de uma forma humana a objetos ou animais (nuvens como grandes rostos, por exemplo).

Artificialismo 

Que atribui uma origem artesanal humana a todas as coisas (a montanha foi esculpida por um homem muito grande).

Finalismo 

Que é a tendência egocêntrica na qual a criança acha que todos os objetos tem a finalidade de servi-la.
A consequência do egocentrismo é que a criança apresenta uma incapacidade de colocar seu próprio ponto de vista como igual aos demais, e assim, desconhecendo a opinião alheia,  não sente necessidade de justificar seus raciocínios perante outros.
Aparece então, a incapacidade de descentração, aonde a criança fixa apenas em um aspecto particular da realidade, geralmente o dela.

Operatório concreto (7-11 anos)

Recebe este nome, afinal, aqui a criança já age sobre o mundo concreto, real e visível. Surge o declínio do egocentrismo, sendo substituído pelo pensamento operatório (envolvendo vasta gama de informações externas à criança). O indivíduo pode, desde já, ver as coisas a partir da perspectiva dos outros.

Surge então, os processos de pensamento lógico, limitados, sendo capazes de serializar, ordenar e agrupar coisas em classes, com base em características comuns, assim, como a capacidade de conservação e reversibilidade através da observação real (o pensamento da criança ainda é de natureza concreta).

      O pensamento operatório é denominado concreto, pois a criança somente pensa corretamente se os exemplos ou materiais que ela utiliza para apoiar o pensamento existem mesmo e podem ser observados. Ela ainda não consegue pensar abstratamente, tendo como base proposições e enunciados. Com o desenvolvimento destas habilidades, aparecem os esquemas conceituais, onde a criança começa a desenvolver um senso moral, juntamente com um código de valores.

Operatório formal (12 anos em diante):

Nesta fase, a característica essencial é a distinção entre o real e o possível, onde o jovem se torna capaz de raciocinar logicamente, mesmo se o conteúdo do seu raciocínio for falso. Surge aqui, a determinação da realidade tendo como base o caráter hipotético-dedutivo, representando a última aquisição mental quando o adolescente se liberta do concreto. Assim, o jovem é capaz de pensar abstratamente e compreender o conceito de probabilidade.

Aqui temos o aparecimento da reversibilidade e sua explicação mediante inversão ou negação e comparada à reciprocidade de relações.

      Após, a compreensão e o entendimento, de como a criança se desenvolve, ainda devemos sempre levar em consideração que o indivíduo é um ser biopsicosocial, ou seja, influenciado pelo meio ao qual vive, de forma que, se o seu desenvolvimento cognitivo ou emocional esta acontecendo de forma inadequada a resposta também pode estar na família ou no circulo social. Por isso, vale observar a criança e/ou o jovem com um olhar não só de quem quer resolver "problemas de comportamento’, mas de quem quer e precisa entender "o que esta acontecendo” com ela.
    

REFERÊNCIAS:
PIAGET, Jean. Epistemologia Genética: tradução Álvaro Cabral, 4ª edição – São Paulo. Editora WMF Martins Fontes, 2012.

GOULART, Iris Barbosa. Piaget Experiências básicas para a utilização pelo professor- Petrópolis. Editora Vozes 1983.


GADOTI, Moacir. História das Idéias Pedagógicas- Editora Ática, 8ª edição 2004 .



Christiane Junqueira, psicóloga, especialista em Psicologia Hospitalar pela FMABC – Faculdade de Medicina do ABC, Neuropsicologia pelo INESP – Instituto Neurológico de São Paulo e aprimoramento em Reabilitação Cognitiva também pelo INESP.

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Colágeno Hidrolisado Gelvitta e seus benefícios


9 de mai de 2017



Hoje vou falar do meu mais novo queridinho que é o colágeno hidrolisado em pó da Gelvitta.

Colágeno Hidrolisado Gelvitta e seus benefícios


Logo após o nascimento do bebê geralmente nós dá um desespero e a vontade de voltar logo a forma, não e mesmo? :) fazer tratamentos estéticos e ficar linda.

E o colágeno vai nos ajudar nessa tarefa pois não interfere em nada na amamentação e ainda pode ser um aliado no combate a flacidez. Essa proteína é produzida pelo organismo desde o nascimento, mas vai diminuindo a partir dos 30 anos, o que pode deixar a pele flácida e as cartilagens das articulações desgastadas.



È ai que o Colágeno vem nos ajudar é um suplemento alimentar que vai deixar a nossa pele mais firme, combater a flacidez, rugas, linhas de expressões e além disso ajudar a emagrecer :).

Vamos aos benefícios:


  • Melhorar a sustentação da pele;
  • Fortalecer ossos, articulações, unhas e cabelo;
  • Aumento na elasticidade da pele;
  • Melhora na aparência da pele;
  • Emagrecimento porque promove a saciedade;


Como usar:

Consumir uma vez ao dia com indicação do seu médico ou nutricionista.


Colágeno Hidrolisado Gelvitta e seus benefícios

Minha opinião:

Estou tomando o Colágeno a uma semana e adorando :) , escolhi o de morango mas tem outros sabores também, vai de acordo com o seu gosto.
O sabor é delicioso e promove mais saciedade.
Eu tomo no café da manhã , mas você pode escolher o melhor horário para vocês.
Está aprovadissimo :) vou consumir sempre.

Onde encontrar:

Site: https://www.gelvitta.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/gelvitta


Para os meus seguidores eu consegui 10% de desconto, na compra de qualquer produto no site inclusive o Colágeno :).
Não é maravilhoso? :)



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E vocês tomam Colágeno ? Me contem.