Bebês e cachorros - Como funciona a relação


28 de abr de 2017



BEBÊS E CACHORROS: COMO FUNCIONA ESSA RELAÇÃO?



Bebês e cachorros - Como funciona a relação

O companheirismo entre bebê e cachorro vai surpreender a família e garantir alegria por muitos anos

Pode ser que o seu primeiro filho não seja um bebê. A relação dos donos com os animais de estimação hoje em dia é tão próxima que existem muitas mamães e papais de cachorros por aí. Se esse é o seu caso, vai ser preciso prezar pela boa relação de irmãos entre cães e bebês.

Como todo membro da família, você com certeza vai querer envolver o seu bichinho de estimação durante a gestação e espera que ele comemore a chegada do bebê. De fato, essa relação pode ser benéfica, pois pesquisas, pediatras e famílias que têm bebês e cachorros em casa alertam: eles vão se tornar grandes companheiros.

O animal pode provocar diversos estímulos no bebê. Além de desenvolver laços afetivos, o seu bebê vai exercitar a coordenação motora ao fazer carinho no pet, treinar os primeiros passos para ir atrás do cão e aperfeiçoar o olfato, a visão e a audição graças à companhia canina. A convivência com esses bichos também é capaz de ativar áreas do cérebro relacionadas a sensação de bem-estar.


A CHEGADA DO BEBÊ

Os cachorros são capazes de perceber pelo olfato as alterações hormonais da dona durante a gravidez. Isso só faz com que o animal crie um relacionamento ainda mais profundo e passe a cuidar de você. Ele não ficará pulando na sua barriga, por exemplo.

Pesquisa da Universidade de Liverpool na Inglaterra mostrou que as gestantes donas de cães têm 50% mais chances de realizar pelo menos 30 minutos de atividade física diariamente. Por isso, se você está grávida, mantenha as caminhadas para passear com o seu pet.

Durante a gestação, você deve preparar o seu cão para a convivência com o pequeno. Estabeleça limites onde o animal não poderá ficar, como o quarto do bebê. Se ele dorme na sua cama, prepare um cantinho especial do lado de fora. Capriche nos banhos semanais e deixe as vacinas dos bichinhos em dia, além de vermifugá-los anualmente e usar remédios contra pulgas e carrapatos todos os meses.

A parte mais difícil é ir se distanciando um pouco do seu pet, pois quando a criança nascer, você naturalmente não terá como se dedicar tanto assim ao seu cachorro. Evite chamar o cão para subir na cama ou no sofá, peça para o seu parceiro dar a ração e reduza outras atividades que vocês estão acostumados. Ao mesmo tempo, encontre formas de integrar o pet à nova família: você pode deixar ele cheirar o quarto e as roupinhas do bebê antes do nascimento.

No dia que o pequeno finalmente chegar, você provavelmente passará algum tempo na maternidade. Enquanto isso, peça para o papai levar um cobertor ou uma roupinha que o bebê já usou para que o animal possa se familiarizar com o cheiro. Ao chegar em casa, o seu cão estará morrendo de saudade, então, deixe o pequeno ser carregado pelo pai para que você possa fazer festa para o animal não ficar enciumado.

Nas primeiras aproximações, é importante que uma pessoa esteja segurando o cachorro na coleira para evitar um acidente. Incentive o seu pet a ficar quieto ao lado do bebê oferecendo carinho ou petiscos, até que ele aprenda como deve se portar e possa circular livremente. Evite deixar os dois sozinhos, pois o animal pode machucar mesmo sem querer o seu filho.

O PEDIDO DAS CRIANÇAS

Muitas vezes, a vontade de possuir um amigo canino vem da própria criança. Se você não é o tipo de pessoa que gosta de animais ou não deseja ter essa responsabilidade agora, tudo bem explicar para o seu filho que esse desejo não poderá ser atendido.

Muitas vezes, os pais até gostariam de ter um pet em casa, mas a criança possui asma ou alergia e os pelos do animal podem piorar o quadro. Se esse for o caso da sua família, explique para o seu pequeno que é muito arriscado ter um animal agora, mas que, assim que ele crescer e estiver mais forte, vocês podem reconsiderar a ideia.

Agora, se vocês estão quase convencidos a incluir um cão na família, é preciso ter uma conversa séria com a criança. Mostre para ela que o animal será dependente de vocês por toda a vida, que será longa, e diga que o pequeno precisará participar das responsabilidades diárias do animal. Deixe o seu filho preparado para tudo de bom que o bichinho vai trazer, mas não esqueça dos pontos delicados, como mordidas, doenças e morte.

AS MELHORES COMPANHIAS


Quase todas as crianças, bebês e cachorros podem viver em harmonia. Para garantir um ambiente livre de estresse, é essencial levar em consideração o perfil do animal, pois algumas raças são mais sociáveis e vão adorar ter os pequenos por perto, enquanto que alguns cães podem ser agressivos e ciumentos.

Procure levar para dentro de casa um animal jovem. Não precisa ser um filhote, que vai dar muito trabalho, mas um cão entre seis meses e um ano será mais fácil de ser educado e de se adaptar a todos. Se a família tiver se encantado por um cão adulto, confira a procedência do animal para avaliar se ele não pode se tornar um perigo para as crianças. Animais que sofreram maus tratos podem interpretar as brincadeiras infantis da forma errada e atacar.

Se você ainda não tem um cachorro e está prestes a realizar esse sonho, dê preferência para a adoção de animais; Além de ser uma atitude de muito amor, os cachorros adotados geralmente são vira-latas, que têm o temperamento dócil e a saúde de ferro. Ao adotar, não esqueça de levar o cão a uma clínica veterinária especializada. Assim, você ficará tranquilo com relação a saúde do animal.


Entre os animais de raça, os mais indicados para a convivência com as crianças são o Labrador, o Golden e o Beagle, que são pacientes e possuem muita energia. O Buldogue também é uma boa opção, pois é um animal pacato e afetuoso. Para um apartamento, o Poodle e o Shih Tzu podem se adaptar melhor, pois são pequenos e brincalhões. 

Espero que gostem e não esqueçam de deixar seus comentarios.


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