MILLENNIUM MOMS, COMO OS ESTEREÓTIPOS MUDARAM E DERAM FORÇA ÀS MULHERES MULTIFACETADAS


12 de dez de 2017




Conhecidas pela multifuncionalidade e competência, as mulheres hoje ocupam um lugar na sociedade, antes jamais imaginado



De fato, a maternidade é um dos momentos mais lindos na vida de uma mulher. Mas, nos dias atuais, ela deixou de cumprir apenas o papel de mãe, para exercer outras funções na sociedade.

São profissionais, empreendedoras, cuidam do lar, marido e filhos e ainda sobra tempo para se engajarem nas lutas sociais. A mulher moderna conquistou espaços que jamais poderíamos imaginar.

Mas, não pense que nessa conquista foi tudo um mar de rosas. Antigamente, o sexo feminino era encarregado apenas da procriação e realização das tarefas do lar. Cuidar do marido, lavar e passar.

Sem voz ativa e sem direitos, as mulheres tiveram que lutar muito para conseguir se impor diante de uma sociedade machista e conservadora. E ainda luta.

Hoje, elas já ocupam cargos, que antes eram considerados masculinos, e executam as tarefas com a mesma capacidade, ou capacidade ainda maior do que os homens.

E o melhor: tudo isso, sem deixar de ser uma mãe presente para seus filhos, atuando na educação e na criação dos pequenos de forma eficiente e maternal.

FILHOS X CARREIRA: COMO CONCILIAR?


Conciliar uma carreira promissora com a vontade de ser mãe e acompanhar o crescimento e desenvolvimento dos filhos, pode ser um desafio e tanto para quem sonha com a maternidade.

Atualmente, é comum ver mulheres priorizando o crescimento profissional e a estabilidade financeira, antes de pensar em ser mãe.

A busca pela qualificação e conhecimento, tem feito com que muitas mulheres adiem essa etapa, pois cresceram sendo incentivadas a crescer pessoal e profissionalmente, antes de formar uma família.

Embora seja uma realidade, existem maneiras de combinar as duas coisas, sem que nenhuma delas seja prejudicada.

Atualmente, muitas empresas procuraram se adaptar para receber as mulheres mães no mercado de trabalho, oferecendo benefícios voltados especialmente para essas profissionais.

Horários flexíveis, auxílio-creche, serviços home-office e até berçários na própria empresa, já são uma realidade no cenário corporativo para as mamães que desejam se recolocar no mercado, sem com que isso resulte no sofrimento do seu bebê.

A MULTIFUNCIONALIDADE DA MULHER


Conhecidas por realizar mil e uma tarefas de uma só vez, a mulher possui a capacidade de dividir-se entre as tarefas domésticas, a vida profissional e a educação dos filhos, sem que uma coisa atrapalhe a outra.

Considerada como uma qualidade que a destaca no mercado de trabalho, a da mulher multifuncional, ainda encontra tempo para se dedicar aos cuidados com o corpo e a saúde.
Entretanto, não pense que isso é uma tarefa fácil. Muitas vezes, isso pode sobrecarregá-la, causando altos níveis de estresse e até mesmo desenvolvendo a depressão.
É preciso desconstruir os pensamentos machistas de que os homens não precisam ajudar com as funções do lar. Os cuidados com a casa e os filhos, devem ser igualmente divididos, para evitar o desgaste de ambos.

O equilíbrio entre as obrigações e os momentos de lazer é necessário para que isso não acabe se tornando um pesadelo. Em algumas situações, deve-se priorizar aquilo que faz mais sentido para você.

EDUCANDO PARA O FUTURO


Em meio aos desafios que as mulheres modernas encontram, ainda existe a boa e velha preocupação com a criação e a educação dos filhos.

Com a tecnologia cada vez mais presente na mão de crianças, fica difícil determinar o que é bom e o que não é para a criação dos pequenos.
Com tantas informações e receitas de como educar seus filhos, muitas mães ainda dão preferência para a criação à moda antiga, longe dos aparelhos tecnológicos, evitando a inserção precoce neste universo.

Além disso, é importante desde pequenos, introduzir a eles a cultura da igualdade dos gêneros e a importância do respeito entre ambos, para que cresçam conscientes de que as mulheres são igualmente capazes.

 AS MAMÃES NAS REDES SOCIAIS


Inicialmente criados para compartilhar experiências e trocar informações, os blogs e redes sobre maternidade estão ganhando cada vez mais adeptos na internet.
Nesses espaços, é possível encontrar dicas desde como introduzir a alimentação para o seu bebê, até como tirá-lo das fraldas, por exemplo.

A indicação de lojas de bebê e a recomendação dos produtos mais usados, também são feitas através das plataformas.


Um universo completo para as mamães de primeira viagem, os blogs nas redes sociais também são uma forma de interagir e mostrar o dia a dia vivido por essas mulheres, que encontraram nas plataformas, uma maneira para se expressarem.






Como realmente se preparar para a chegada do bebê ?


8 de dez de 2017





Quando o positivo finalmente chega você fica com uma mistura de sentimento, felicidade, alegria e muitas duvidas.

Sera que vou dar conta? Vou ser uma boa mãe? Vou saber trocar? Vou conseguir amamentar? Como vai ser meu parto? Vai ser cesárea ou normal? Muitas questões que precisam ser esclarecidas.

Vou dar algumas dicas para essa fase ser mais tranquila.

Como realmente se preparar para a chegada do  bebê ?


Para quem ganha o primeiro filho, tudo muda. O seu namoradinho virou seu companheiro nessa aventura. Quanto mais ele participar durante a gravidez, mais conectado com a ideia vai estar quando o bebê chegar – por isso, nem pense em fazer todas as compras do enxoval com sua mãe. E, como os primeiros meses com uma criança em casa prometem ser cheios de novidades, vocês podem aproveitar o segundo trimestre da gestação ou o começo do terceiro para fazer um passeio especial – depois disso, os obstetras recomendam viagens curtas. E, claro, vale manter os hábitos “de namoro”, como jantar fora ou pegar um cineminha.
Quando o bebê nascer, por algum período, é inevitável que você dê muita atenção ao seu filho... e há maridos que chegam a ficar enciumados. “Todo o resto deixa de ser prioridade, é natural. Se o pai estiver presente, participar e dividir as tarefas, vai ver que essa fase logo passa”, afirma Lidia Aratangy, terapeuta familiar, autora de diversos livros, entre eles Novos Desafios da Convivência: Desatando os Nós da Trama Familiar (Ed. Rideel). É importante que ele esteja ao seu lado nesse começo. Infelizmente, por lei, o homem contratado tem direito a apenas cinco dias de licença-paternidade, a contar da data do parto, mas ele pode combinar de emendar as férias.

A alimentação de seu bebê é diferente da dos adultos, então ele terá muitos objetos que só serão usados por ele, como mamadeiras, pratinhos, chupetas e esterilizadores. Separe um espaço na cozinha para colocar apenas as coisinhas da criança.
Dessa maneira você encontrará tudo quando precisar, evitando a dor de cabeça de ter que procurar a mamadeira quando o bebê estiver chorando com fome.
  
Se sua casa tiver escadas, instale portões com travas inteligentes. Assim que se movimentar com mais autonomia, é certo que seu bebê vai querer descer os degraus sozinhos, o que é muito perigoso. Ele pode escorregar ou se desequilibrar, podendo se machucar seriamente.
Os portões serão manuseados apenas por pessoas com uma altura suficiente para fazê-lo, deixando os pais mais sossegados. Caso não seja possível instalar um portão em todas as escadas, coloque uma barreira tanto no início quanto no fim. E fique atenta para ver se essas barreiras não precisam ser ajustadas à medida que o bebê cresce.

Já na saída da maternidade é preciso ter cuidado com o transporte do bebê. A cadeirinha do carro deve fazer parte do enxoval. A utilização é obrigatória. Porém, mais importante que evitar uma multa de trânsito é dar segurança ao seu pequeno. Para os primeiros meses, o modelo adequado é o bebê-conforto que, em geral, será utilizado até a criança alcançar os 9 quilos. Alguns modelos se estendem até os 13 quilos.
É importante que você observe se o modelo que está comprando é testado e aprovado pelo INMETRO. É esse selo que garante a qualidade e a segurança do produto. Não abra mão do bebê-conforto na saída da maternidade, mesmo se você for usar um táxi para voltar para a casa. A cadeirinha deve ser colocada no banco traseiro do carro, de frente para o encosto e ficar presa pelo cinto de segurança.

Não espere um acidente acontecer para adaptar a casa, o carro e a rotina para a chegada do bebê! É comum deixarmos algumas coisas para depois, até porque são muitos afazeres e novidades para os pais com um recém-nascido. Mas coloque como prioridade a adaptação da sua casa para a segurança do novo membro que acabou de chegar. É melhor prevenir do que remediar!

Você vai ficar mais preparada, a maioria das dúvidas vão sumir e ainda você vai ficar muito mais tranquila e não vai ter tantas dificuldades quando o seu bebê nascer.

Se você quer realmente se preparar para a chegada do bebê indico esse curso de gestantes pois valem a pena http://bit.ly/2zKglA1.






Que tal um planner para organizar sua vida?


7 de dez de 2017



Hoje tem um post da minha querida amiga Talita do Só Melhora se vocês ainda não conhecem não percam mais tempo pois amo os artigos dessa incrível profissional.

Que tal um planner para organizar sua vida?


Que tal um planner para organizar sua vida?


A gente tem que dar conta da casa, do trabalho, da saúde, do filho, do marido. A gente tem hora marcada no médico, no dentista, na academia, na nutricionista, no salão. A gente tem que ser mãe, filha, esposa, mulher, profissional, amiga.

Caramba! Não é à toa que uma das reclamações que mais escuto a minha volta é da falta de tempo. É muita coisa para fazermos em apenas 24 horas por dia (lembrando que umas 8 dessas horas aí precisamos dormir).

Mas calma que ninguém precisa enlouquecer com a correria do dia a dia! Há formas de organizar nossa vida e otimizar nosso tempo. Vocês já ouviram falar em planner?

O que é um planner?


Que tal um planner para organizar sua vida?

O planner é uma ferramenta de organização do tempo e planejamento pessoal e profissional. Pode-se dizer que é a evolução da agenda – e a minha escolha pessoal para me organizar.

Há diversos tipos e modelos de planners, mas todos são focados nisso: planejamento. Pode-se centralizar num único lugar todos os compromissos da família e programar detalhadamente eventos importantes, por exemplo.
Há a parte da agenda semanal: onde marcamos os compromissos como médicos, dentistas, reuniões, etc. Fica mais fácil visualizar tudo que temos que fazer no dia e na semana.

calendários mensal e anual: para registrar viagens, aniversários, férias, etc. Assim temos uma visão mais ampla e não corremos o risco de sobrepor eventos.

E há espaço para planejar atividades: uma viagem em família, a festa de aniversário do filho, uma mudança de casa, etc. Cada um desses eventos possui uma série de atividades que precisam ser realizadas, em datas determinadas, para serem concluídos com sucesso.

Há, ainda, mais espaço para o planejamento financeiro, controle de compras pela internet, organização de estudo. Cada um adapta para as suas necessidades – adoro essa flexibilidade!

Que tal um planner para organizar sua vida?


Que tal um planner para organizar sua vida?


Muitas vezes, quando reclamamos de falta de tempo, na verdade não é tempo que nos falta, mas sim organização. Organizando nossos compromissos e planejando as tarefas que temos que fazer, normalmente conseguimos gerir melhor nosso tempo.

Cada um precisa descobrir qual jeito de se organizar funciona melhor para si. Algumas pessoas gostam de fazer listas, outras preferem marcar compromissos com horário determinado, outras ainda preferem pequenos lembretes.

Tudo isso é possível registrar num planner. Ter um lugar único para todas as áreas da vida facilita no dia a dia. Anotar ajuda a não esquecer. Anotar tudo num único lugar ajuda a não marcar compromissos na mesma hora.  Planejar o caminho (as etapas) que precisa ser percorrido ajuda a alcançar o objetivo final.

6 bons motivos para usar um planner:


1- Organizar os pensamentos: Escrever nos obriga a compreender a dúvida. Visualizar nos faz ver o problema “de fora”. E ter todo esse processo anotado num único lugar facilita o acesso a essa informação quando quisermos encontrá-la ou relembrá-la.

2- Descarregar a mente: Anotar os compromissos não apenas no ajuda na organização, mas tira a carga da memória. A gente não precisa mais ficar o tempo todo tentando lembrar o que temos que fazer. É só pegar a lista e ler!



 3- O prazer de ticar: No final do dia (da semana ou do mês) ver aquela lista toda verdinha, marcada de itens realizados, dá uma sensação de produtividade e vitória que motiva qualquer um a continuar por esse caminho!

4- Não perder ideias: Quantas vezes temos uma super ideia num lugar totalmente inesperado? Se deixarmos passar muito tempo, as ideias se perdem! Essa é a importância de ter um papel e uma caneta sempre por perto para anotar tudo e não perder nada.

5- Lembretes para si: É um dos meus motivos mais carinhosos de por que usar um planner. Deixar recadinhos para mim mesma. Respirar fundo, sorrir mais, ligar para minha mãe e lembrá-la do quanto a amo. Lembretes para mim. Deu para entender?

6- Produtividade e saúde mental: Informações organizadas e de fácil acesso otimizam o tempo e, consequentemente, nos fazem pessoas mais produtivas. Não ter que carregar tanta carga na mente e confiar que tenho tudo que preciso anotado diminui o estresse do dia a dia.

É por tudo isso que escolhi o planner como ferramenta de organização. E já não vivo mais sem!

Para quem tiver interesse em saber um pouco mais sobre o assunto, fica o convite para ler outros textos meus sobre planner e organização no meu blog: Só Melhora (somelhora.com.br):



Talita Rodrigues Nunes, 36 anos, casada com meu príncipe Charlles, mãe do Vinicius, de 4 anos. Depois que me tornei mãe, ouvi muitas pessoas dizendo que filho é como videogame: a próxima fase é sempre mais difícil. Não concordo. Conforme escrevo no meu meu blog (somelhora.com.br), eu acho que “só melhora”!


Resultado do sorteio - Esther sem frescura


5 de dez de 2017




E saiu o resultado do sorteio do livro Esther sem frescura da atriz Esther Marcos quem participou e não ganhou vão lá no instagram pois vou fazer outro sorteio desse livro essa semana.

E aguardem pois vão ter muitos sorteios aqui no blog, espero que vocês tenham gostado.

Vamos ao resultado: 





Parabéns Ana Lima!!!


Depressão pós-parto - Causas e sintomas


30 de nov de 2017







Filho Querido!

Engravidei, e saber que tinha você crescendo dentro de mim foi uma felicidade indescritível. Que momento mágico! Até que? Você nasceu! E agora estou aqui... triste! Mas eu queria estar feliz, cantar para você, admirar seu sono, preparar seu banho, cuidar de você com todo amor, mas não esta sendo assim.  Você nasceu, e agora eu me vejo em um “buraco”, o qual não consigo sair. Me vejo tomada por uma tristeza sem fim, não consigo te amar e isso dói... como dói. Neste momento a única coisa que consigo é te dizer: Me perdoe meu filho!!!  

Christiane Junqueira


A Depressão pós-parto não é um sinal de fraqueza, falha de caráter ou de incompetência do papel de mãe, e sim um transtorno psiquiátrico que pode surgir logo após o nascimento do bebê ou até os seus 6 meses. A depressão pode ser leve ou transitória e ate mesmo grave necessitando de tratamento médico.

Trata-se de um sério transtorno que, assim como outro quadro de depressão, pode ter consequências negativas sérias, senão for tratado adequadamente e até mesmo se o paciente não tiver apoio dos amigos e familiares mais próximos.


 Causas e sintomas da depressão pós-parto


A depressão pós-parto é um distúrbio desencadeado pela queda dos níveis de hormônio que ocorre logo após o fim da gravidez, associado a privação de sono e o estresse emocional que um bebê recém-nascido.

Alguns fatores podem ser desencadeantes da depressão pós-parto, são eles:


ü  Histórico de depressão pós-parto em gravidez anterior;
ü  Dificuldades financeiras;
ü  Ter muitos filhos;
ü  Mães com idade inferior a 25 anos;
ü  Ser mãe solteira;
ü  Gravidez indesejada;
ü  Dificuldade no relacionamento com o companheiro;
ü  Ficar muito tempo sem tocar no bebê após o seu nascimento;
ü  Violência doméstica;
ü  Abuso sexual;
ü  Sobrecarga;
ü  Experiência traumatizante anterior com a  maternidade.




Vários os sintomas da depressão pós-parto que necessitam de atenção::


ü  Tristeza constante;
ü  Sentimento de culpa;
ü  Baixa auto-estima;
ü  Desânimo e cansaço extremo;
ü  Pouco interesse pelo bebê;
ü  Incapacidade para cuidar de si e do bebê;
ü  Medo de ficar sozinha;
ü  Falta de apetite;
ü  Falta de prazer nas atividades diárias;
ü  Dificuldade para pegar no sono;
ü  Sentimentos de culpa;
ü  Pensamentos suicidas;
ü  Medo excessivo de machucar o bebê;
ü  Diminuição da libido;
ü  Alteração do comportamento.

Diagnóstico

Normalmente o diagnóstico da depressão pós-parto é feito pelo psicólogo ou psiquiatra, mas o médico obstetra e até mesmo o pediatra do bebe, podem observar os sintomas da depressão na mulher.
Para o diagnóstico o psiquiatra ou psicólogo poderá utilizar um questionário para avaliar a mulher e não é necessário realizar nenhum exame específico.
A depressão pós-parto tem cura com o correto tratamento, mas esta cura pode demorar meses para ser alcançada.


Tratamento

O tratamento deve ser realizado através de psicoterapia, aonde o paciente tenha um espaço para falar de seus medos, angústias, aflições e dúvidas sobre o momento da maternidade,  e então consiga elaborar suas dificuldades para que possa enfrentar de maneira salvável este momento tão delicado, e caso seja necessário, um médico poderá ser procurado para realização de um tratamento medicamentoso.


Nesse vídeo a Chris fala um pouquinho sobre a depressão pós parto.